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Clínica geral: por que o diagnóstico vem antes do procedimento
O Carnaval recém acabou.
E, para muita gente, é agora que o ano realmente começa.
Eu gosto de usar esse momento para organizar ideias, rever prioridades e fortalecer meus compromissos profissionais.
Na odontologia, a experiência ensina que cuidado não começa quando a gente pega no instrumento.
Ele começa antes. Muito antes.
Começa na escuta.
No diagnóstico.
No planejamento.
Clínica geral não é o básico
Existe uma ideia de que clínica geral é algo simples.
Mas é justamente nela que tudo acontece.
É nesse momento que se entende o paciente como um todo — seus hábitos, sua saúde geral, seu histórico, suas expectativas.
Ter um olhar ampliado não significa fazer todas as especialidades.
Significa compreender o suficiente para conduzir cada caso com responsabilidade, critério e segurança.
Excelência começa no diagnóstico.
Estética como consequência da função
Muitas pessoas procuram a odontologia pensando primeiro na estética.
E isso é compreensível.
Mas quando falamos em saúde, a ordem importa.
Quando a função está equilibrada,
quando a gengiva está saudável,
quando a mordida funciona bem,
quando o diagnóstico é bem conduzido,
a estética aparece como consequência.
Intervenções puramente estéticas, sem respeito à função e à biologia, tendem a não se sustentar ao longo do tempo.
Odontologia responsável respeita o tempo, a individualidade e a real necessidade de cada paciente.
Meu compromisso
Neste ano, reforço um compromisso profissional: continuar estudando para ampliar ainda mais o meu olhar clínico.
Não para fazer tudo.
Mas para entender melhor.
Porque quanto mais conhecimento integrado, melhor é o cuidado.
Acredito em uma odontologia consciente, criteriosa e individualizada — onde cada decisão é tomada com calma e responsabilidade.
E é assim que eu escolho trabalhar.
Se você já é meu paciente, obrigada pela confiança.
Se ainda não é, será um prazer cuidar de você quando fizer sentido.